Jornal MineiroJornal Mineiro
  • Home
  • Cidade
  • Notícias
  • Política
  • Tecnologia
  • Sobre Nós
Leitura: Até onde a inteligência artificial pode ir no design?
Compartilhe
Font ResizerAa
Jornal MineiroJornal Mineiro
Font ResizerAa
Search
  • Home
  • Cidade
  • Notícias
  • Política
  • Tecnologia
  • Sobre Nós
Follow US
Jornal Mineiro - [email protected]
Jornal Mineiro > Blog > Notícias > Até onde a inteligência artificial pode ir no design?
Notícias

Até onde a inteligência artificial pode ir no design?

Oskar Lindven
5 Min de leitura setembro 23, 2026
Compartilhe
Dalmi Defanti
Dalmi Defanti
Compartilhe

Já de início, Dalmi Defanti, fundador da Gráfica Print, menciona que a inteligência artificial já participa de diferentes etapas de um projeto de design gráfico, desde a geração de referências visuais até a criação de alternativas para composição, imagens e elementos gráficos. A expansão dessas ferramentas, porém, levanta uma questão importante: em que momento a tecnologia deixa de ser um recurso de apoio e começa a interferir nas decisões que deveriam pertencer ao processo criativo? Entender esse limite ajuda a aproveitar a IA sem transformar o projeto em uma sequência automática de resultados.

Contents
Em quais etapas a IA pode ajudar?Onde termina a automação e começa a criação?Por que o resultado gerado não deve ser aceito automaticamente?

Quer entender onde a inteligência artificial realmente agrega valor ao design gráfico?

Leia a seguir e descubra até onde a tecnologia pode ir sem substituir as decisões criativas.

Em quais etapas a IA pode ajudar?

Uma das aplicações mais evidentes está na fase de exploração. A inteligência artificial pode gerar referências, testar combinações visuais e apresentar diferentes possibilidades a partir de uma descrição. Isso permite ampliar rapidamente o número de caminhos considerados antes que uma direção definitiva seja escolhida. Assim, o processo inicial pode ganhar agilidade sem que a ferramenta determine sozinha o resultado que será desenvolvido.

Conforme apresenta Dalmi Defanti, também é possível utilizar essas ferramentas para tarefas mais operacionais, como produzir variações de uma composição, adaptar determinados elementos ou auxiliar na criação de imagens. Em projetos que exigiriam muitas alternativas preliminares, essa velocidade pode reduzir o tempo gasto em atividades repetitivas. O recurso pode, portanto, liberar mais tempo para etapas que dependem de análise, refinamento e tomada de decisão.

Ainda assim, gerar possibilidades não equivale a definir uma solução. A seleção depende de critérios relacionados à mensagem, ao público, ao contexto e ao meio em que a peça será utilizada. É justamente nessa etapa que a participação humana continua sendo determinante. Cabe ao profissional avaliar quais sugestões realmente contribuem para o objetivo do projeto e quais devem ser descartadas ou modificadas.

Onde termina a automação e começa a criação?

Um projeto de design não consiste apenas em produzir uma imagem visualmente agradável. Existe uma intenção de comunicação por trás da escolha das cores, da tipografia, das proporções, das imagens e da disposição dos elementos. A ferramenta pode apresentar combinações, mas não substitui automaticamente a compreensão do problema que originou o projeto. Antes de aceitar uma sugestão, é necessário avaliar se ela realmente responde à necessidade que orientou a criação.

Dalmi Defanti
Dalmi Defanti

Outro ponto está na capacidade de avaliar o resultado. Uma composição pode parecer sofisticada em uma tela e, ainda assim, apresentar problemas de legibilidade ou inadequação quando aplicada em determinado formato. O olhar profissional precisa considerar essas diferenças antes de aprovar uma solução. Essa análise envolve observar não apenas a aparência, mas também a funcionalidade da peça em situações reais de uso.

Para Dalmi Defanti, fundador da Gráfica Print e especialista em assuntos gráficos, essa avaliação ganha relevância quando o projeto também será transformado em material impresso. Nesse contexto, a criação digital precisa dialogar com características concretas da produção, e a IA não elimina a necessidade desse conhecimento. Papel, dimensões, acabamento e reprodução são fatores que precisam ser considerados para que a proposta visual mantenha sua qualidade fora da tela.

Por que o resultado gerado não deve ser aceito automaticamente?

Ferramentas de inteligência artificial trabalham a partir de padrões e referências presentes nos dados utilizados para seu desenvolvimento. Por isso, uma imagem ou composição gerada pode apresentar características visualmente convincentes, mas também conter inconsistências, detalhes inadequados ou escolhas que não correspondem ao objetivo da peça. O resultado inicial deve ser encarado como uma possibilidade de criação, e não como uma versão necessariamente pronta para ser utilizada.

Em síntese, a revisão humana serve justamente para identificar esses problemas, destaca Dalmi Defanti. Texto incorreto, elementos deformados, proporções estranhas e informações visuais incoerentes são exemplos de situações que podem exigir correção antes da utilização do material. Logo, essa conferência também permite verificar se a proposta mantém coerência com a identidade visual e com a finalidade específica do projeto.

Tag:Dalmi DefantiDalmi Defanti CuiabáDalmi Fernandes DefantiDalmi Fernandes Defanti JuniorDalmi Fernandes Defanti Junior FundadorDalmi Fernandes Defanti Junior Fundador da Gráfica Printempresário Dalmi Fernandes Defanti JuniorExpert em produção gráficaGráfica PrintGráfica Print Indústria e Editora LtdaO que aconteceu com Dalmi DefantiO que aconteceu com Dalmi Fernandes Defanti JuniorQuem é Dalmi DefantiQuem é Dalmi Fernandes Defanti JuniorTudo sobre Dalmi DefantiTudo sobre Dalmi Fernandes Defanti Junior
Compartilhe esse artigo
Facebook Twitter Email Copie o link Print

Política

Robótica e impressão 3D ganham espaço nas escolas de Poços de Caldas
Tecnologia
Nova pesquisa Quaest atualiza cenário da disputa pelo Governo de Minas nesta quarta-feira
Política
Restaurantes de Minas têm R$ 253 milhões em crédito pré-aprovado; entenda
Cidade
Operação Déjà Vú mira organização suspeita de movimentar R$ 70 milhões com tráfico em Minas Gerais
Notícias

Cidade

Robótica e impressão 3D ganham espaço nas escolas de Poços de Caldas
Tecnologia
Nova pesquisa Quaest atualiza cenário da disputa pelo Governo de Minas nesta quarta-feira
Política
Restaurantes de Minas têm R$ 253 milhões em crédito pré-aprovado; entenda
Cidade
Operação Déjà Vú mira organização suspeita de movimentar R$ 70 milhões com tráfico em Minas Gerais
Notícias

Notícias

Robótica e impressão 3D ganham espaço nas escolas de Poços de Caldas
Tecnologia
Nova pesquisa Quaest atualiza cenário da disputa pelo Governo de Minas nesta quarta-feira
Política
Restaurantes de Minas têm R$ 253 milhões em crédito pré-aprovado; entenda
Cidade
Operação Déjà Vú mira organização suspeita de movimentar R$ 70 milhões com tráfico em Minas Gerais
Notícias
Follow US
Jornal Mineiro - [email protected] - tel.(11)91754-6532
  • Home
  • Sobre Nós
  • Notícias
  • Contato
Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?